A cura de um caso de Leucemia Linfocítica Crónica

20-08-2015 14:57

 Juliana (nome fictício) tinha 41 anos quando deu início ao trabalho de cura connosco. Padecia de Leucemia Linfocítica Crónica, diagnosticada em 2000, há 15 anos. Ao longo dos anos tem passado por períodos de estabilização alternados com períodos de crise. Fez múltiplas sessões de quimioterapia e radioterapia e com frequência fazia injecções para estabilizar os níveis de plaquetas no sangue.

Desde 2011 teve metástases na cabeça do fémur esquerdo e na mama direita. Em Março de 2014 começou a ter dores abdominais do lado direito, sérios problemas gástricos com intenso refuxo esofágico e agravamento dos sinais de fadiga. Foram diagnosticadas então metástases (infecção com células cancerígenas) no aparelho digestivo: o fígado e esófago apresentavam quistos neoplásicos; no pâncreas e vesícula biliar havia também problemas. O quadro era preocupante e do ponto de vista clínico estava-se perante a necessidade de uma arriscada cirurgia ao fígado. Por disso foi prescrita pelos médicos uma dieta rigorosa para avaliar da possibilidade de o organismo evoluir para uma condição mais favorável ao êxito da cirurgia. 

Era este o quadro quando se deu início ao tratamento com Códigos de Cura e Cura Reconectiva - 9/04/2014. Os indícios de melhorias, na segunda sessão, dois dias depois, manifestam-se nas seguintes palavras de Juliana: Sinto-me muito tranquila, com a fé de que vou vencer isto. E explica: antes tinha que chamar a atenção a mim própria para ter calma, tinha que falar comigo, e agora estou numa grande tranquilidade sem ter que fazer esse esforço. Noto que exprime com linguagem mais clara e fluente os seus sentimentos e estados de alma.

Na sexta sessão (2/06/2014), ao fim de 1 mês e 3 semanas de terapia, a Juliana diz-nos no início da sessão: 

Não me sintia assim desde 2006. Nem me lembro que tenho uma doença… a minha perspectiva mudou muito. O meu marido anda tranquilo com esta mudança. Fui jantar com os primos, subi e desci a escadaria do Bom Jesus sem dificuldade. No trabalho às vezes entro às 8 da manhã e chego às 8 da noite, com vontade e energia para fazer ainda o que é preciso em casa. Sinto-me capaz de fazer tudo o que quero.

Passadas mais 2 semanas, em 17/06/2014, depois de 10 sessões, os resultados das análises ao sangue e da ecografia gástrica mostravam que aquele quadro crítico tinha regredido de forma muito acentuada. Em consequência, foi posta de lado a ideia da cirurgia ao fígado e a recomendação médica foi: “não importa o que está a fazer, mas continue”. 

Prosseguimos com mais 7 sessões e depois a Juliana prosseguiu o auto-tratamento utilizando os códigos de cura. Continuou a ter acompanhamento médico, fazendo análises mensais. No passado dia 24/06/2015 a Juliana tornou público um texto de júbilo, do qual retiro o seguinte excerto:

Hoje fui pela manhã buscar as análises mensais (…), tinha escrito em letras maiúsculas "NORMAIS". A sensação é inexplicável, foram 15 anos precisamente, pois foi em Maio de 2000 que a minha luta começou, agora como diz o médico é manter....  

Considerando os sintomas físicos que a paciente ia relatando, este processo não foi de todo linear. De início houve um período de aparente estagnação, com persistência dos mesmos sintomas. Isso obrigou a uma intervenção mais específica que produziu de facto a inflexão desejada. A trajectória ascendente que se seguiu foi interrompida por dois momentos de retrocesso, cujas causas foram identificadas, tendo sido ajustamentos apropriados.

 

P.S: Uma análise mais detalhada e completa em breve será apresentada.