Portugal-Brasil: Cura Reconectiva à distância

06-11-2014 18:12

Testemunho de Flávia, 74 anos, Belo Horizonte

 

Nota prévia 

Encarei de início a Cura Reconectiva com reserva. Ou seja, a ideia de sentir nas minhas mãos frequências de uma energia de ordem superior e fazer com que um cliente, deitado numa marquesa à minha frente, fosse envolvido por essas frequências, - para obter benefícios ao nível da sua saúde física e mental - era algo estranho que eu encarava com relutância e cepticismo. Foi assim até ao momento em que aceitei que um voluntário se deitasse na minha marquesa para fazer uma sessão de Cura Reconectiva.

 

Fiquei vivamente impressionado com o que observei: sem que as minhas mãos lhe tocassem, um sujeito do sexo masculino rodopiava o globo ocular em movimentos amplos e rápidos, pestanejava intensamente, contorcia o rosto em diferentes expressões muito vincadas, do seu corpo ouviam-se ruídos internos e eram visíveis alterações no ritmo dos movimentos respiratórios. Rendi-me à evidência, reforçada depois pelo seu testemunho escrito uns dias depois (leia-o aqui). Não era possível negar que ali se passara algo que transcende o mundo material tal como o que conhecemos.    

 

Prossegui durante bastante tempo a prática de Cura Reconectiva presencial, sem me aventurar a fazer e/ou anunciar a Cura Reconectiva à distância. Só mais recentemente comecei a facilitar curas reconectivas à distância. A prova definitiva veio pela mão de Flávia Naves, de 74 anos de idade, residente em Belo Horizonte, Brasil. Os seus relatos das 3 sessões de Cura Reconectiva tem para mim um sentido de tão forte proximidade, que parece impensável que estávamos separados por uma distância de 7 500 km, com o Oceano Atlântico de permeio. Este fenómeno tem-me dado muito que pensar ...

 

Os testemunhos de Flávia

  

1ª sessão de Cura Reconectiva (2/10/2014)

 

Foi uma sensação muito forte, uma força grande dentro de mim. Havia uma relação com o corpo que não consigo explicar…era uma sensação muito boa. Eu me sentia pesada e leve ao mesmo tempo.

 

Eu estava num outro lugar a fazer outras coisas mas não sei dizer o quê. Havia muito movimento, muita gente a entrar e a sair…uma confusão, mas eu estava ali no meio, muito feliz. Isso é novo para mim porque eu fujo sempre da confusão com muita gente. Aquilo mexia muito comigo,  mas eu estava relaxada e em paz.

 

Às vezes eu abria os olhos mas os fechava rapidamente porque o “sonho” estava bem melhor.

 

Parece que saí de mim e sou outra pessoa. Foi uma coisa muito  boa. Adorei!!

 

 

2ª sessão de Cura Reconectiva (4/10/2014)

 

Ainda estou sentada sentindo o “peso” do corpo indo embora. Estranho! A sensação do peso foi tão grande que me pareceu estar a carregar 300 kilos.

 

Mas havia uma divisão entre o lado direito e o esquerdo. O esquerdo é o lado da paralisia, é o lado fraco. Não conto muito com ele e a sensação foi muito forte: dos pés à cabeça como se só o lado direito carregasse o fardo; o esquerdo ajuda no que pode (pouco). É assim pela vida, mas acho que nunca vivenciei essa diferença com tanta força.

 

Algumas vezes me passava a vontade de jogar o corpo todo para a direita, chegava até a tombar um pouquinho! Nunca tive essa sensação.

 

E isso foi assim, bom demais! Passei pelo sono e tive o descanso que precisava ter da vida longa que já levo. Senti-me eu mesma comigo, com mais força para continuar. Desde que a gente começou este trabalho tenho dormido bem.

 

 

3ª sessão de Cura Reconectiva (6/10/2014)

 

Tenho certeza  de que se eu tivesse deitado numa rede (que é onde durmo há 25 anos), só acordaria amanhã à tarde!! O corpo está muito pesado e custei pra “acordar”.

 

Me parece que o trabalho todo começou na cabeça. Assim que fechei os olhos, a cabeça foi indo para trás e tentei colocá-la “no lugar” mas era ali que ela queria ficar e eu deixei. Foi caindo para trás até encostar nas costas (?).

 

Senti um relaxamento bom demais, como se soltasse tudo: braço, pescoço, mão, perna, pé. “Ah, que bom!”.  Fiquei me deliciando com isso tudo e foi surgindo uma sensação de Paz, enorme! Bom demais.

 

Aos poucos fui trazendo o pescoço pró lugar dele e ele quis “caír” pra frente e eu deixei e foi tão bom como para trás. Parece conversa de maluco, não? Fiz esse movimento algumas vezes e achei o descanso melhor do mundo!

 

E  assim passou o tempo! Estou me sentindo muito bem, feliz alegre, de bem com a vida!!!

 

Sempre fui contestada, criticada, que só fazia coisas erradas… Agora já consigo ouvir e aceitar o que digo, o que penso etc. etc. Estou mais alegre e confiante hoje, mais solta sem pensamentos catastróficos. Graças a Deus  que me levou até você!